Erosão na Água do Freire acende alerta para risco de rompimento da estrada

por Matheus Dorácio — última modificação 19/10/2026 17h19
Chuvas intensas e o volume de água que desce pela região agravam a preocupação com as condições de passagem
Erosão na Água do Freire acende alerta para risco de rompimento da estrada
Foto: Douglas Barreto - TV Câmara

A erosão na entrada da Água do Freire, em Assis, tem gerado preocupação devido ao avanço de uma cratera às margens da estrada. Com a chegada de chuvas fortes, o temor é de que o trecho não suporte o volume de água e comprometa ainda mais a passagem de veículos e pedestres.

A situação foi relatada pelo vereador Jé Canella, que afirmou já ter encaminhado indicações ao Poder Executivo para solicitar melhorias no local. Segundo ele, o problema se arrasta há anos e os serviços realizados até agora não seriam suficientes para conter o avanço da erosão.

“Então, a Secretaria vem e faz os seus trabalhos, joga a terra, mas só a terra não vai adiantar”, declarou o vereador, ao defender uma intervenção que resolva o problema de forma mais duradoura.

De acordo com Jé, a estrada é utilizada por moradores de chácaras e por pessoas que dependem do trecho para se deslocar entre suas casas e a cidade. Ele também chama a atenção para os riscos durante a noite, quando a falta de iluminação pode dificultar a passagem pelo local.

“Isso aqui está perigoso, principalmente à noite. Muitas famílias voltam do trabalho para ir para suas chácaras, para suas casas, para a cidade. E é uma descida muito rápida aqui, então, muito liso, muito perigoso”, afirmou.

Outro ponto de preocupação, segundo o vereador, é o volume de água que desce de áreas mais altas e de outros pontos da região. Ele alertou ainda para a existência de tubulações sob a estrada e para a possibilidade de a erosão avançar até comprometer a passagem.

O vereador informou que está buscando recursos para viabilizar melhorias e que a população também tem cobrado providências. Apesar disso, defendeu que o problema precisa ser enfrentado antes que a situação se agrave.

“É em cima de recursos, precisa de verbas. Mas tem que ser resolvido de alguma outra forma, porque isso aqui não pode ficar”, declarou.

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